A NOSSA REPRESENTAÇÃO

Conheça a nossa representação pelo mundo.

Dina Aguiar

Dina Aguiar é uma jornalista e pintora portuguesa.

Licenciada em L√≠nguas e Literaturas Modernas Ingl√™s/Portugu√™s pela Faculdade de Letras da¬†Universidade Cl√°ssica de Lisboa.¬†Exp√Ķe desde¬†1994.

Tendo come√ßado logo em 1978 na apresenta√ß√£o da Informa√ß√£o 2, em parceria com Ant√≥nio Mega Ferreira e Jos√© J√ļdice. Foi pivot durante mais de uma d√©cada do¬†Telejornal. Trabalhou no programa “O Pa√≠s Real”, no “Pa√≠s, Pa√≠s“, depois no “Regi√Ķes” e em seguida no¬†Portugal em Direto.

Como artista pl√°stica desenvolveu uma atividade regular com exposi√ß√Ķes em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente, em It√°lia,¬†Espanha,¬†Noruega¬†e¬†Brasil. Nos √ļltimos anos, diminuiu a sua atividade como pintora, tendo-se limitado praticamente a exposi√ß√Ķes coletivas na Associa√ß√£o Internacional de Artistas.

Diane Luquiser

Diane Luquiser √© uma Consultora S√©nior com mais de 20 anos de experi√™ncia em assuntos europeus, gest√£o de projetos com fundos europeus e estrat√©gia de comunica√ß√£o e √© “avaliadora-especialista” de convites √† apresenta√ß√£o de propostas para a Comiss√£o Europeia. Ela √© a fundadora recente da Etiqueta e Mentores de Protocolo, que oferece treinamento em etiqueta, etiqueta social e protocolo, neg√≥cios e diplomacia, em franc√™s e ingl√™s.

Em geral, atua a servi√ßo do setor privado e p√ļblico e sua ampla gama de clientes inclui, em particular, grandes grupos como AIRBUS DS, bem como minist√©rios e ONGs. Durante as suas numerosas atribui√ß√Ķes, abordou v√°rios sectores, incluindo aqueles que combinam investiga√ß√£o e inova√ß√£o em sectores especializados como seguran√ßa ou espa√ßo, energia, transportes mas tamb√©m direitos fundamentais, tal como entendidos pela Uni√£o Europeia. A sua carreira inclui tamb√©m a organiza√ß√£o de um evento de caridade de alto n√≠vel a favor da planta√ß√£o de cacau no Haiti, que se seguiu com um artigo escrito para a imprensa eletr√≥nica “Brussels Star / Brussels Diplomatic” e sobre as declara√ß√Ķes do Presidente Trump sobre o Haiti. Em 2018, cansada de comportamentos sexistas e discriminat√≥rios em sua carreira profissional de consultora, criou a p√°gina do FB ‚Äú#metooaswomanentrepreneur‚ÄĚ.
Anteriormente, trabalhou como jornalista freelancer, nomeadamente para o di√°rio nacional belga “Le Soir”, uma ag√™ncia europeia, e tamb√©m produziu artigos e brochuras para a imprensa profissional.

NOMEA√á√ēES

Conheça todos os cargos nomeados ao longo do tempo.

Leonor S√° Machado

A Dra. Leonor S√° Machado , CEO na “The Bridge Global, Presidente Executiva na Rede Angolana de Responsabilidade Social Empresarial, foi eleita Delegada de Gabinete de Representa√ß√£o da Associa√ß√£o Mulheres Empreendedoras Europa e √Āfrica em Angola.
Leonor Sá Machado, é um exemplo de mulher que diz que Empreender é mais do que apenas abrir um negócio. Consiste em identificar uma oportunidade de atuação e lucro, e caminha junto com a criatividade, planejamento e disciplina. Nesse concorrido cenário, as mulheres empreendedoras ganham destaque. O desempenho feminino se destaca pela capacidade de liderança, organização e sucesso nos empreendimentos. Faz dela uma mulher empreendedora com uma história inspiradora.
Desejamos-lhe muito sucesso na sua nova atribuição.
Conte sempre connosco!
“Sozinhas invis√≠veis, juntas invenc√≠veis!”

Pel’A Dire√ß√£o
da AMEEA

Princesse Adewoyin

Princesse Adewoyin, ‚ÄčDiretora Executiva da English Development Centre Cabo Verde. Coordenadora Nacional da Comiss√£o Internacional dos Direito Humanos,
Presidente de Conselho of Empowered Ladies International Cabo Verde – Foi nomeada como Delegada de gabinete de representa√ß√£o da Associa√ß√£o Mulheres Empreendedoras Europa e √Āfrica na Nig√©ria. Juntas somos mais fortes!
Chega de rivalidade. Chega de pensar em outras mulheres como inimigas. O mundo precisa de mais união. Comece ajudando e fazendo a sua parte. Una-se às outras mulheres.
Pel’A Dire√ß√£o da
AMEEA

Munira Jauad

A Presidente da REMOE/ GB – Membro da dire√ß√£o executiva da IAW/AIF internacional association of women, e Vice-presidente da FME CE CPLP Munira Jauad, foi eleita como Delegada do gabinete de representa√ß√£o da Associa√ß√£o Mulheres Empreendedoras Europa e √Āfrica na Guin√©-Bissau. Parab√©ns !
Munira Jauad é um exemplo de mulher que diz que Empreender é mais do que apenas abrir um negócio. Consiste em identificar uma oportunidade de atuação e lucro, e caminha junto com a criatividade, planejamento e disciplina. Nesse concorrido cenário, as mulheres empreendedoras ganham destaque.
O desempenho feminino se destaca pela capacidade de liderança, organização e sucesso nos empreendimentos. Faz dela uma mulher empreendedora com história que vale a pena ser contada .


Pel’A Dire√ß√£o
da AMEEA

Mónica Sofia

‚ÄčM√≥nica Sofia, foi nomeada como Delegada de gabinete de representa√ß√£o da Associa√ß√£o Mulheres Empreendedoras Europa e Africa na Rep√ļblica Checa. Parab√©ns ! Engenheira, empresaria, fundadora e Presidente da funda√ß√£o Nadńõje Cabo Verde, Vice Presidente da C√Ęmara de Com√©rcio Checo Cabo-Verdiana. CEO da marca de cal√ßados e carteiras -M√ďNICA SOFIA, reside em Praga. Usar as perdas para refinar a paci√™ncia. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obst√°culos para abrir as janelas da intelig√™ncia.
Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das PESSOAS que amas, jamais desista do TRABALHO que ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um obstáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.
Pel’A Dire√ß√£o da
AMEEA

Raffaella Gozzelino

Raffaella Gozzelino, foi nomeada como Delegada de gabinete de representa√ß√£o da Associa√ß√£o Mulheres Empreendedoras Europa e √Āfrica em Cabo Verde!
√Č doutorada em Biologia Celular e Neurobiologia, pela Universidade de L√©rida, em Espanha. √Č a atual Reitora da Universidade T√©cnica do Atl√Ęntico;
Al√©m das fun√ß√Ķes na Faculdade de Medicina da UNL, tem colaborado com outras institui√ß√Ķes de ensino superior em Portugal. √Č diretora da Sociedade Internacional de Bio-Ferro, conselheira cient√≠fica da Thelial Technologies, membro da Sociedade Europeia de Neurogastroenterologia e Motilidade, da Organiza√ß√£o Europeia de Crohn e Colite, da Associa√ß√£o Europeia de Hematologia (EHA) entre outros institutos.


Pel’A Dire√ß√£o
da AMEEA

Rituxa Afonso

Rituxa Afonso é a nossa Delegada do gabinete de representação na Suíça.
Faça com que cada dia seja encarado com esperança de modo que as sombras do ontem não sejam levadas para a luz do amanhã. Um olhar amigo alegra o coração, uma boa notícia nos faz sentir bem. Que a luz de Deus ilumine a sua vida, guie seus passos e alegre seu caminho em toda sua existência.
Pel’A Dire√ß√£o da
AMEEA

Neuza De Carvalho

Foi nomeada como Delegada de gabinete de representa√ß√£o da Associa√ß√£o Mulheres Empreendedoras Europa e √Āfrica e Africa em Mo√ßambique. Engenheira Civil, jovem Empreendedora CEO da Charis Corporate,Lda e da Artios Engenharia.

Pel’A Dire√ß√£o
da AMEEA

Chaba Yavo

Apresentamos a nomea√ß√£o de Madame Chaba Yavo, para o cargo de Delegado do Gabinete de Representa√ß√£o da Associa√ß√£o das Mulheres Empre√°rias Europa-√Āfrica no Senegal. Dra. Chaba Yavo, professora pesquisadora de Ci√™ncias de Gest√£o. E Especialista em Estrat√©gia e Comunica√ß√£o. Mulher que transmite tudo o que aprendeu e toda a sua experi√™ncia de vida para as mulheres que a rodeiam e para as mulheres do amanh√£. Ela est√° na capacidade de fazer e deve faz√™-lo, j√° que tem os ombros largos o suficiente para assumir essa responsabilidade.
Dra. Chaba Yavo, empreendedora apaixonada, certamente conseguir√° enfrentar os desafios que a esperam √† frente do escrit√≥rio da Associa√ß√£o de Mulheres Empreendedoras Europa – √Āfrica para o Senegal onde reside.
Pel’A Dire√ß√£o da
AMEEA

Manuella Ollo

A Associa√ß√£o de Mulheres Empres√°rias Europa – √Āfrica tem o prazer de anunciar a nomea√ß√£o da Sra. Manuella OLLO para o cargo de Representante do Escrit√≥rio de Representa√ß√£o da Associa√ß√£o de Mulheres Empres√°rias Europa-√Āfrica na Costa do Marfim.
Manuella Ollo, especialista em quest√Ķes relacionadas ao desenvolvimento econ√īmico e comercial, possui uma vasta experi√™ncia no dom√≠nio de mercados e quest√Ķes econ√īmicas.


Pel’A Dire√ß√£o
da AMEEA

Catherine Gruner

Membro da gestão holística e estratégica, criadora do conceito de estudo de Qi. Ajuda as mulheres a se conhecerem melhor e a ocuparem seu lugar no mundo para brilhar em sua vida pessoal e profissional, desenvolvendo os recursos que seu interior lhes oferece em casa e nelas. Inspirada pela filosofia taoista, confia em um conceito holístico de Feng Shui, ferramentas das ciências humanas e abordagens de energia.


Pel’A Dire√ß√£o
da AMEEA

Houray Bah

Houray Bah é um produto puro da escola guineense. Delegada do gabinete de representação da Associação Mulheres na Guiné-Conakry. Nasceu e foi criada na prefeitura de Fria, onde concluiu o ensino fundamental e médio. Chegou a Conakry, estudou física e química na Gamal Abdel Nasser e ao mesmo tempo na Koffi Annan em economia. Com uma sólida formação intelectual, a jovem não perdeu tempo em conseguir um emprego na rede social Orange e principalmente na MTN. Foi só em 2012 que decidiu embarcar no empreendedorismo ao criar Guinea Hygiène multi-serviço GHM Sarl que atua em todas as vertentes da higiene, limpeza, marketing, comunicação e eventos. Houray Bah sabia há muito tempo que ia empreender porque adora sua liberdade “quando vi meus pais, principalmente minha mãe que é parteira, que conciliou sua vida familiar com a profissional onde trabalhava no hospital da prefeitura , ela acordava às 4 da manhã e ia para a cama depois de todos, então eu sabia que não tinha terminado.


Pel’A Dire√ß√£o
da AMEEA

O EMPREENDEDORISMO FEMININO

NOS PA√ćSES DA UNI√ÉO EUROPEIA

Há mais de uma década, quando a Europa estava em sua recessão mais profunda, os governos lideraram o empreendedorismo para enfrentar a crise. No entanto, durante esse tempo, as mulheres lutaram para acessar os fundos, redes e recursos essenciais para expandir seus negócios. Se as mulheres representam 52% da população da Europa, representam apenas 30% dos criadores de start-ups.

Muitos estudos descobriram que as barreiras socioculturais refletem o pensamento coletivo de que o empreendedorismo é uma atividade dominada pelos homens.

Na verdade, as mulheres tendem a se excluir do empreendedorismo porque acreditam erroneamente que n√£o t√™m as habilidades para abrir e administrar um neg√≥cio. Al√©m disso, parece que a import√Ęncia atribu√≠da ao desenvolvimento do empreendedorismo feminino pode ser correlacionada com o n√≠vel de maturidade alcan√ßado por alguns pa√≠ses na quest√£o da diversidade de g√™nero em particular. Em pa√≠ses onde as mulheres est√£o presentes na pol√≠tica e / ou nos neg√≥cios, o empreendedorismo est√° mais desenvolvido.

Embora tenha havido um progresso significativo no financiamento do apoio às mulheres empresárias, colocando a região entre as mais generosas do mundo, ainda falta financiamento regular. O apoio financeiro e o acompanhamento são essenciais para o desenvolvimento de um negócio e não só reduziriam os obstáculos para as mulheres, mas também o tornariam sustentável.

Um estudo realizado pela Comissão Europeia (Mulheres inovadoras e empreendedorismo) mostrou claramente três tipos de obstáculos encontrados pelas mulheres que querem inovar no empreendedorismo:
РObstáculos contextuais: escolhas formativas, estereótipos sobre as mulheres em relação à ciência e à inovação.
– Obst√°culos econ√īmicos devido ao fato de que o setor de inova√ß√£o requer investimentos substanciais e que as mulheres s√£o consideradas menos cr√≠veis financeiramente que os homens.
РObstáculos estruturais: falta de acesso a redes técnicas, científicas e comerciais, falta de conhecimento de modelos empresariais.
No entanto, as oportunidades de crescimento econ√īmico oferecidas pelo empreendedorismo feminino na Europa ainda est√£o amplamente inexploradas.
Mesmo que os progressos alcan√ßados na Europa sejam geralmente satisfat√≥rios, √© essencial centrarmo-nos nos mercados e nos pa√≠ses mais atrasados ‚Äč‚Äčnesta mat√©ria. √Č necess√°rio sensibilizar para o empreendedorismo feminino e os desafios que ele representa, a fim de refor√ßar o apoio √†s mulheres empres√°rias e melhorar as condi√ß√Ķes de acesso ao financiamento para os seus neg√≥cios. Mas tamb√©m desenvolver a cria√ß√£o de ecossistemas s√≥lidos com incubadoras e estimular o acesso a mentores que far√£o toda a diferen√ßa para os empreendedores. Est√° tudo na rede!

O acesso ao capital continua sendo o desafio n√ļmero um para as mulheres empres√°rias hoje, embora os n√ļmeros estejam melhorando ligeiramente. Em particular, este √© um dos principais fatores de falha na abertura de uma empresa. As mulheres empres√°rias n√£o sofreriam com a falta de diversidade entre os investidores? Como promover o desenvolvimento do empreendedorismo feminino e fortalecer as chances de sustentabilidade dos neg√≥cios rec√©m-criados? √Č tempo de eles se tornarem participantes de pleno direito no crescimento econ√īmico europeu.

A este respeito, o compromisso decidido da Uni√£o Europeia com a igualdade de g√©nero, que se traduz numa pol√≠tica de apoio din√Ęmica, desempenha um importante papel estimulador.

A Uni√£o Europeia, no seu plano de a√ß√£o Empreendedorismo 2020, oferece agora √†s mulheres empres√°rias um conjunto de ferramentas extremamente √ļteis para as ajudar a criar e manter a sua atividade. O “Horizonte 2020”, o programa de financiamento da investiga√ß√£o e inova√ß√£o da Uni√£o Europeia, pretende reservar 20% do seu or√ßamento para as PME europeias, oferecendo-lhes novas oportunidades de financiamento privado com apoio personalizado (tutoria e coaching financiados pela Comiss√£o Europeia). No entanto, as mulheres representam 52% da popula√ß√£o europeia, mas apenas 30% dos fundadores de empresas jovens.
Constatando o preju√≠zo para a economia europeia gerado pela sub-representa√ß√£o das mulheres na condu√ß√£o das empresas, a Uni√£o Europeia, no seu plano de a√ß√£o Empreendedorismo 2020, disponibiliza √†s mulheres empres√°rias um conjunto de ferramentas extremamente √ļteis para o desenvolvimento da sua atividade. Ela confiou √† plataforma WEgate o papel de centralizar todas as informa√ß√Ķes e recursos necess√°rios para ajudar as mulheres a iniciar e desenvolver um neg√≥cio. A√≠ pode encontrar um manancial de informa√ß√£o, como o acesso ao portal de financiamento da Uni√£o Europeia ou o programa COSME que ajuda as pequenas e m√©dias empresas na obten√ß√£o de empr√©stimos. Devemos acrescentar que, nesta quest√£o do financiamento das pequenas e m√©dias empresas, o Banco Central Europeu, gra√ßas ao seu programa SAFE, pode dar um verdadeiro apoio.
√Č por isso que lhes √© oferecido todo um leque de ajudas que lhes permitem adquirir mais experi√™ncia para criar ou desenvolver o seu neg√≥cio.
Em primeiro lugar, a rede europeia para a promo√ß√£o do empreendedorismo feminino (WES), uma rede pol√≠tica europeia que representa os interesses das mulheres no dom√≠nio dos neg√≥cios e do empreendedorismo. Seus membros v√™m de 31 pa√≠ses (os 28 estados membros, mais Isl√Ęndia, Noruega e Turquia) e representam governos e institui√ß√Ķes nacionais, incentivando e apoiando o empreendedorismo feminino. Os membros do WES fornecem aconselhamento, apoio e informa√ß√Ķes sobre medidas de apoio existentes e ajudam mulheres empres√°rias a identificar boas pr√°ticas e fazer contatos.
O Parlamento Europeu organizou tamb√©m uma rede de mulheres ‚Äúbusiness angels‚ÄĚ que re√ļne mais de cem mulheres que investem pessoalmente em start-ups com potencial e as apoia para as ajudar a emergir e a desenvolver-se. As investidoras do Women Business Angels est√£o interessadas em empresas inovadoras com elevado potencial em todos os sectores, em semente ou em desenvolvimento e que procurem angariar entre 100.000 euros e 1 milh√£o de euros. O estudo dos projetos √© feito em equipe, mas cada investidor escolhe livre e independentemente seu (s) investimento (s). As mulheres membros da FBA s√£o mulheres ativas, com idade m√©dia de 50 anos, trabalhando em todos os setores da economia, l√≠deres empresariais, executivos seniores ou profiss√Ķes liberais. Esta rede pretende encorajar as mulheres a participarem na emocionante aventura dos business angels e a desempenharem um papel ativo na cria√ß√£o de empresas, apoiando empreendedores que “ousem”.

Também deve ser mencionado, porque todos nós sabemos que os modelos são muito importantes para motivar a criação de uma nova empresa, a Rede Europeia de Mulheres Embaixadoras do Empreendedorismo (ENFEA) composta por cerca de 320 mulheres empresárias de 22 países que servem modelos de compartilhar suas histórias e promover o empreendedorismo como opção de carreira para mulheres de todas as idades. As embaixadoras apoiaram a criação de mais de 250 novos negócios liderados por mulheres e criaram 22 networking e clubes de apoio para negócios femininos.
N√£o esque√ßamos tamb√©m o Erasmus para jovens empres√°rios que permite a mulheres e homens novos empres√°rios passarem 6 meses com um empres√°rio experiente noutro pa√≠s com a viagem e estadia subsidiada pela Uni√£o Europeia. O Erasmus para jovens empres√°rios oferece oportunidades √ļnicas para quem pretende iniciar um neg√≥cio ou o fez recentemente atrav√©s de coaching real. O coaching tamb√©m √© oferecido pela rede europeia de mentores com 170 mulheres empres√°rias membros de 17 pa√≠ses que aconselham mulheres empres√°rias na gest√£o do seu neg√≥cio do 2¬ļ ao 4¬ļ ano de exist√™ncia.
Por √ļltimo, citemos o pr√©mio para mulheres inovadoras oferecido anualmente pela Comiss√£o Europeia a mulheres residentes num dos 28 estados da UE, fundadoras ou cofundadoras de uma empresa e dotadas de 100.000 euros para o 1¬ļ pr√©mio, ao qual temos de acrescentar o pr√©mio ‚ÄúInovador em ascens√£o‚ÄĚ, que premeia as mulheres inovadoras com 30 anos ou menos e que ascende a 20.000 euros.
A Uni√£o Europeia √© decididamente a boa fada que olha para o ber√ßo das mulheres empres√°rias porque a sua varinha procura criar uma nova cultura entre as mulheres. Ela quer conquistar os cora√ß√Ķes e as mentes das mulheres cidad√£s europeias, incentivando-as a empenhar-se pelo empreendedorismo como op√ß√£o de carreira e de vida. Resta aos cidad√£os europeus saber como recolher os presentes que a boa fada lhes oferece.

28 ESCRIT√ďRIOS NOS ESTADOS MEMBROS DA UNI√ÉO EUROPEIA

EM PA√ćSES AFRICANOS

O empreendedorismo feminino na √Āfrica √© como uma pista de obst√°culos. Os obst√°culos s√£o t√£o numerosos e de diferentes naturezas: um ambiente empresarial desfavor√°vel, pesadas formalidades administrativas, um contexto pol√≠tico dif√≠cil, mas tamb√©m o peso da cultura e da sociedade. As atitudes sociais e as normas sociais impedem algumas mulheres de sequer pensar em abrir um neg√≥cio, enquanto as barreiras sist√™micas mant√™m muitas mulheres empres√°rias confinadas a neg√≥cios muito pequenos que operam na economia informal. Isso n√£o apenas limita sua capacidade de gerar renda para si e suas fam√≠lias, mas tamb√©m restringe seu verdadeiro potencial de contribuir para o desenvolvimento socioecon√īmico, a cria√ß√£o de empregos e a prote√ß√£o ambiental.
A remo√ß√£o de barreiras, como leis discriminat√≥rias de propriedade e heran√ßa, leis consuetudin√°rias, falta de acesso a institui√ß√Ķes financeiras formais e restri√ß√Ķes de tempo devido √†s responsabilidades familiares e dom√©sticas, poderia fornecer mais oportunidades de crescimento para neg√≥cios sustent√°veis ‚Äč‚Äčliderados por mulheres. Isso contribuiria, portanto, para o empoderamento das mulheres e a igualdade de g√™nero, bem como para a cria√ß√£o de empregos.
Essas mulheres africanas ainda enfrentam dificuldades para realizar seus projetos, incluindo a escassez de infraestrutura, a falta de treinamento digital e a dificuldade de encontrar financiamento. Cerca de 15% das mulheres têm que interromper suas atividades por não terem acesso aos recursos necessários para desenvolvê-las.

Nas √°reas urbanas, as mulheres constituem a espinha dorsal dos trabalhadores aut√īnomos, principalmente no setor informal. Nas √°reas rurais, as mulheres est√£o sobre-representadas entre os trabalhadores familiares contribuintes no setor agr√≠cola, onde trabalham em terras que n√£o possuem e com benef√≠cios econ√īmicos m√≠nimos. O emprego oficial remunerado se aplica em m√©dia a 20% das mulheres empregadas e condi√ß√Ķes de trabalho decentes, se dispon√≠veis, raramente s√£o concedidas √†s mulheres.
Apesar de todos esses obst√°culos a serem superados, estima-se que 150 e 200 bilh√Ķes de d√≥lares em valor agregado sejam criados pelas mulheres africanas, uma importante contribui√ß√£o para as economias locais. O empreendedorismo das mulheres africanas, portanto, parece ser a principal ferramenta pol√≠tica de curto prazo para melhorar a qualidade do emprego feminino, contribuindo assim para o programa de transforma√ß√£o estrutural da √Āfrica e para as estrat√©gias de crescimento econ√īmico dos Estados Membros que devem contribuir para o bem-estar econ√īmico das fam√≠lias e comunidades, redu√ß√£o da pobreza e empoderamento das mulheres. Este empoderamento, especialmente das mulheres rurais, √© a condi√ß√£o priorit√°ria para encontrar solu√ß√Ķes sustent√°veis ‚Äč‚Äčpara a seguran√ßa alimentar, nutri√ß√£o e pobreza rural e para ter uma abordagem abrangente integrando a adapta√ß√£o e mitiga√ß√£o das mudan√ßas clim√°ticas, biodiversidade, paz e seguran√ßa.
Os investimentos em programas espec√≠ficos para mulheres podem ter implica√ß√Ķes importantes para o desenvolvimento, uma vez que as mulheres tendem a gastar mais de sua renda com sa√ļde, educa√ß√£o e bem-estar de suas fam√≠lias e comunidades do que os homens.
As mulheres africanas, portanto, desempenham um papel pleno na integra√ß√£o regional, crescimento econ√īmico, desenvolvimento social, prosperidade e sustentabilidade. Investir nas mulheres √© uma das maneiras mais eficazes de aumentar a igualdade e promover o crescimento econ√īmico inclusivo e sustent√°vel.
Por estas raz√Ķes, aten√ß√£o especial tem sido dada √† quest√£o da igualdade de g√™nero e empoderamento das mulheres pela Uni√£o Africana, que reconhece que a igualdade de g√™nero √© um direito humano fundamental que √© parte integrante da integra√ß√£o regional, crescimento econ√īmico e desenvolvimento social. Para atingir estes objetivos, a Uni√£o Africana desenvolveu assim uma estrat√©gia sobre a igualdade entre homens e mulheres e o empoderamento das mulheres (GEWE), especialmente para garantir a inclus√£o das mulheres na agenda de desenvolvimento de √Āfrica. A Uni√£o Africana tamb√©m reconheceu o empreendedorismo feminino como um elemento essencial para alcan√ßar os objetivos da sua Agenda 2063, em particular um aumento da taxa de emprego, crescimento inclusivo, agricultura moderna para aumentar a produ√ß√£o, bem como infraestruturas de qualidade. Esta feliz iniciativa conta com o amplo apoio da comunidade internacional, em particular na c√ļpula do G7 em Charlevoix nos dias 8 e 9 de junho de 2018, em Quebec (Canad√°), que saudou o compromisso assumido pelas institui√ß√Ķes financeiras de desenvolvimento de se mobilizarem at√© 2020, por meio o 2X Challenge: Financiamento para Mulheres, US $ 3 bilh√Ķes para beneficiar empresas de propriedade de mulheres, lideradas por mulheres e de apoio em todo o mundo. C√ļpula do G7 realizada de 24 a 26 de agosto de 2019 em Biarritz, Fran√ßa, foi decidido coordenar ainda mais os esfor√ßos voltados no apoio ao empoderamento das mulheres na √Āfrica, a fim de capacit√°-las a investir totalmente no crescimento econ√īmico de sua comunidade. Isso coordenar√° nossas a√ß√Ķes destinadas a eliminar a discrimina√ß√£o contra eles, melhorando seu acesso a financiamento e propriedade e estabelecendo um ambiente prop√≠cio.

Le sommet de Biarritz s‚Äôest √©galement r√©joui du succ√®s rencontr√© par le premier sommet r√©gional de l‚ÄôInitiative de financement en faveur des femmes entrepreneurs (We-Fi), qui s‚Äôest tenu √† Abidjan le 17 avril 2019. Cette¬† initiative plac√©e sous l‚Äô√©gide de la Banque mondiale a d√©j√† lev√© 350 millions de dollars des √Čtats-Unis constitue une √©tape essentielle pour la mobilisation du montant de 1,6 milliard de dollars des √Čtats-Unis pour les entrepreneuses du monde entier.¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬† ¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†Enfin, a Biarritz, un¬† int√©r√™t prioritaire a √©t√© accorde au¬† d√©veloppement de l‚ÄôInitiative pour favoriser l‚Äôacc√®s des femmes au financement en Afrique (AFAWA) dirig√©e par la Banque africaine de d√©veloppement et conforme aux objectifs de l‚Äôinitiative We-Fi, qui permettra une mobilisation accrue au service des entrepreneuses d√©favoris√©es. Cette initiative vise √† faciliter, par l‚Äôinterm√©diaire de banques commerciales et d‚Äôinstitutions de microfinance africaines existantes, l‚Äôoctroi de pr√™ts √† hauteur de 3 milliards de dollars des √Čtats-Unis √† plus de 50 000 entreprises dirig√©es par des femmes, sur cinq ans. Elle permettra de cr√©er plus de nombreux emplois et de g√©n√©rer un changement structurel et des effets durables pour les femmes.

Pour mieux assurer le suivi de toutes ces questions, l‚ÄôAssociation internationale pour l‚ÄôEntrepreneuriat F√©minin Europe/Afrique (AIEFEA),¬† un cadre d‚Äôexcellence de dialogue, de concertation Ňďuvre pour faciliter¬† un partenariat strat√©gique¬† entre les femmes entrepreneurs des Etats membres¬† de l‚ÄôUnion europ√©enne et celles des Pays de l‚ÄôAfrique. Elle contribue √©galement par ses actions √† assister les femmes africaines √† surmonter les nombreux obstacles en assurant¬† un suivi¬† attentif des initiatives prises Communaut√© internationale, notamment √† travers¬† les institutions de financement du d√©veloppement surtout pour la mobiliser davantage de ressources financi√®res destin√©es ¬†au¬† financement de l‚Äôentrepreneuriat f√©minin¬† dans les Pays africains dont la condition essentielle demeure l‚Äôautonomisation effective.

54 ESCRIT√ďRIOS EM ESTADOS AFRICANOS

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